Como Corporação. anunciou recentemente um avanço significativo na compreensão das causas da hipersensibilidade em pele sensível. As descobertas, apresentadas na 50ª Convenção da Sociedade Japonesa de Ciência Cosmética, lançam luz sobre o papel das junções estreitas epidérmicas na pele desconforto e oferecem soluções promissoras para quem tem pele sensível.
Principais conclusões: junções apertadas e Claudin-3
Sob a orientação do professor Kenji Kabashima, da Universidade de Kyoto, o Laboratório de Pesquisa de Cuidados com a Pele de Kao descobriu que a pele sensível contém um número maior de fibras nervosas mais próximas da superfície da pele – ou seja, atingindo logo abaixo do estrato córneo, na camada granular da epiderme – do que a pele saudável.
Como explicou Kao, a camada granular contém estruturas conhecidas como junções estreitas que mantêm as células em contato próximo para evitar a entrada de substâncias estranhas e a evaporação da umidade. As junções estreitas também normalmente mantêm as fibras nervosas mais profundas, no lado interno das junções apertadas.
No entanto, de acordo com a empresa, foi relatado que na dermatite atópica, o enfraquecimento das junções estreitas permite que as fibras nervosas se estendam até logo abaixo do estrato córneo, onde podem causar desconforto, como coceira. Isto sugeriu que a disfunção da função rígida poderia estar envolvida na sensibilidade.
Os investigadores examinaram, portanto, a expressão da claudina-3, uma proteína estrutural nas junções estreitas, e encontraram uma redução na sua expressão na pele sensível que poderia estar a contribuir para a disfunção das junções estreitas. Essa disfunção pode permitir que as fibras nervosas se estendam para mais perto da superfície da pele, provocando sensações como formigamento e queimação.
Veja o comunicado de imprensa da empresa para detalhes completos do estudo.
Uma solução promissora derivada de aminoácidos
Em resposta, a equipe de Kao explorou soluções potenciais e descobriu que o ácido γ-amino-β-hidroxibutírico, um derivado de aminoácido, melhorava a função das junções estreitas.
Num ensaio clínico de oito semanas envolvendo 40 mulheres com pele sensível:
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uma formulação protótipo contendo este composto reduziu significativamente o desconforto; e
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os participantes relataram diminuição das sensações de formigamento e queimação, marcando um avanço nos cuidados com a pele sensível.
A pesquisa ganhou o Prêmio do Presidente da Convenção no evento anual da Sociedade Japonesa de Ciência Cosmética, destacando seu potencial para o avanço da ciência dermatológica.


